quarta-feira, 23 de maio de 2012

Jovens pesquisadores socioambientais realizam ação em comunidade


Com faixas educativas, pesquisadores socioambientais chamam atenção para a importância de não fogar lixo nos igarapés

Os pesquisadores socioambientais espalharam placas de alerta sobre o lixo por toda a comunidade


Um grupo de jovens de comunidades rurais dos municípios de Moju e Tailândia, que participam do curso de Pesquisadores Socioambientais, promovido pelo Instituto Peabiru, por meio do Programa Dendê, está realizando ações de impacto positivo para as famílias da região. Ao levantarem em campo o aumento do lixo espalhado nas ruas, decidiram promover no mês de abril um Dia de Ação Ambiental na comunidade de Arauai e chamar atenção à necessidade de ter alternativa de destinação dos resíduos.  

Para isso, confeccionaram faixas educativas, recolheram o lixo espalhado em terrenos e igarapés e ainda negociaram um caminhão da associação de moradores local para levar o lixo recolhido ao Aterro Controlado de Palmares. Através de ofícios, estão buscando junto à prefeitura de Moju ações para o tratamento do lixo. Os pesquisadores socioambientais são, na maioria, filhos de agricultores rurais das comunidades de Soledade, Arauaí, Água Branca, Curuperé e São Vicente envolvidos no programa de agricultura familiar da Agropalma, que financia o Programa Dendê.  

Os pesquisadores socioambientais monitoram em campo as diretrizes do Caderno de Indicadores de Sustentabilidade, desenvolvido pela população das comunidades, por meio de facilitação do Instituto Peabiru e o apoio da Agropalma, com o objetivo de avaliar o bem estar social das famílias e o desenvolvimento local. 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Dia do Marajó discute propostas para garantir educação ribeirinha de qualidade


Hoje, terça-feira, 22, o Dia do Marajó vai discutir as principais demandas marajoaras para garantir um ensino de qualidade nos 16 municípios que formam a região. Serão levantadas as reivindicações da Carta do Marajó sobre Educação Ribeirinha, entregue na semana passada a  todos os deputados federais e senadores da bancada paraense em Brasília durante a 15ª Marcha dos Prefeitos em Defesa dos Municípios. 

“A carta foi entregue ainda à equipe da Presidente Dilma Rousseff”, informa o secretário executivo da Associação dos Municípios do Arquipélago do Marajó (Amam), Jaime dos Santos, que é um dos debatedores do Dia do Marajó com Assunção Novaes, do Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Marajó (Codetem), Janaína Costa, da Rede de Educação Cidadã (Recid) e Carlos Augusto Ramos, do Programa Viva Marajó.

O Dia do Marajó, promovido todos os meses pelo Instituto Peabiru, por meio do Programa Viva Marajó, ocorre nesta terça-feira, 22, as 18h30, no Sesc Boulevard. A Carta do Marajó para Educação Ribeirinha traz sete eixos de reflexão sobre a estrutura atual da educação na mesorregião do Marajó, além de apontar caminhos para a solução dos reais problemas enfrentados nas escolas ribeirinhas.  Elaboração de livros didáticos que valorizem a cultura marajoara; inclusão digital nas escolas do campo; e a construção de uma política de ensino superior para o Marajó são algumas das demandas. 

O documento foi elaborado durante encontro com mais de cem professores e 50 entidades no município de Portel, no mês de março, com organização do Codetem e Amam, em parceria com a Recid e Programa Viva Marajó, do Instituto Peabiru e Fundo Vale. Contou ainda com a presença de representantes da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), sindicatos de trabalhadores rurais, membros das secretarias municipais de educação.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Dia do Marajó discute demandas da Carta sobre Educação Ribeirinha


O Dia do Marajó do mês de maio vai discutir as reivindicações da Carta do Marajó sobre Educação Ribeirinha, documento que será entregue esta semana, em Brasília, durante 15ª Marcha dos Prefeitos em Defesa dos Municípios. O evento, promovido pelo Instituto Peabiru, por meio do Programa Viva Marajó, vai exibir o documentário sobre o encontro realizado no Município de Portel, em março deste ano, onde cerca de 50 entidades elaboraram a Carta com as principais demandas marajoaras para garantir um ensino de qualidade para as populações ribeirinhas.

O filme produzido pelos organizadores do evento (Associação dos Municípios do Arquipélago do Marajó, Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Marajó, CODETEM, Instituto Peabiru e Rede Educação Cidadã) mostra os anseios e preocupações dos educadores que atuam nas escolas da região, além de ter sido um espaço de apresentação de propostas de órgãos governamentais. Após a exibição, o secretário executivo da Amam, Jaime dos Santos, abre o debate do Dia do Marajó sobre Educação Marajoara, que ocorre no próximo dia 22 de maio, terça-feira, as 18h30, no Sesc Boulevard.

Documento A Carta do Marajó para Educação Ribeirinha traz sete eixos de reflexão sobre a estrutura atual da educação na mesorregião do Marajó, além de apontar caminhos para a solução dos reais problemas enfrentados nas escolas ribeirinhas.  Elaboração de livros didáticos que valorizem a cultura marajoara; inclusão digital nas escolas do campo; e a construção de uma política de ensino superior para o Marajó são algumas das demandas. 

O encontro em Portel foi realizado pelo Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Marajó (Codetem) e Amam, em parceria com a Rede de Educação Cidadã (Recid) e Programa Viva Marajó, do Instituto Peabiru e Fundo Vale. Contou ainda com a presença de representantes da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), sindicatos de trabalhadores rurais, membros das secretarias municipais de educação e mais de cem professores.

Mensal - O “Dia do Marajó” foi lançado em 2010 pelo Programa Viva Marajó, coordenado pelo Instituto Peabiru e o Fundo Vale para o Desenvolvimento Sustentável. O evento é mensal e reúne todos os meses agentes ambientais, pesquisadores, representantes de instituições e cidadãos para discutir e encontrar novos caminhos para o desenvolvimento sócio-ambiental da região.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Instituto Peabiru no Fórum Fundo Vale: o futuro do financiamento ambiental

Especialistas discutiram as principais exigências das instituições financiadoras de projetos ambientais

 
Oficina de capitação de recursos reuniu representantes de várias instituições ligadas à iniciativas ambientais


O Instituto Peabiru participou do IV Fórum Fundo Vale – Conjuntura e Perspectivas para o Investimento Ambiental no Brasil, realizado no último dia 8 em São Paulo. A coordenadora do Programa de Ecoturismo de Base Comunitária, Ana Gabriela Fontoura, e a coordenadora do Programa Dendê e assistente de metodologias, Ana Carolina Vieira, estiveram presentes no evento, além de participarem da Oficina de Captação de Recursos, ministrado por Marcelo Estraviz, consultor do Fundo Vale.

Fotos: Ana Gabriela Fontoura

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Documentário mostra produção de mel de abelhas nativas em Curuçá

O diretor Eduardo Nunes, o repórter Zeca Miranda e a produtora Maria Ester, da TV Escola, acompanham a produção artesanal de sabonetes a base de mel pelas meliponicultoras Liliana e Maria das Graças


Já foi programado o dia da exibição do documentário sobre Economia Verde da TV Escola, rodado em Curuçá,  que destaca as ações do Programa Abelhas Nativas, do Instituto Peabiru, desenvolvidas no município. No dia 22 de junho, o filme que mostra os produtores de mel de abelhas nativas da Amazônia será exibido em quatro horários (9h, 15h, 21h, 1h30).

O Programa Abelhas Nativas realiza um trabalho de capacitação técnica em meliponicultura para as comunidades tradicionais. O mel produzido e comercializado se torna uma alternativa de renda complementar para as famílias, além das abelhas prestarem serviços ambientais como a polinização das árvores frutíferas. O programa faz parte das ações do Projeto Casa da Virada em Curuçá, que é financiado pelo Programa Petrobras Ambiental, da Petrobras e Governo Federal.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Artigo discute impactos do cultivo de arroz no Marajó

A Agência Envolverde, especializada em notícias de sustentabilidade, publicou esta semana um artigo que destaca os principais questões sobre o cultivo de arroz no Marajó, sobretudo no município de Cachoeira do Arari, na região dos campos. O texto é assinado pelo bispo Alessio Saccardo, da Prelazia de Ponta de Medras, no Marajó, Assunção Novaes (cacau), coordenador do Conselho de desenvolvimento Territorial do Marajó (Codetem), Ima Célia Guimarães Vieira, pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, e João Meirelles Filho, diretor do Instituto Peabiru, que desenvolve o Programa Viva Marajó. O artigo repercutiu ainda em vários sites como Amigos da Terra e Fórum da Amazônia Sustentável.

Confira no link abaixo

http://envolverde.com.br/sociedade/brasil-sociedade/o-impacto-do-plantio-de-arroz-no-marajo/

terça-feira, 8 de maio de 2012

Plano de Desenvolvimento do Marajó: representantes da sociedade civil querem compor o Comitê Gestor


Após cinco anos sem execução, o Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago do Marajó deve ser retomado pelo Governo Federal. A expectativa foi criada durante reunião na última sexta, 04, em Belém, entre representantes do Ministério da Integração e da Associação de Municípios do Arquipélago do Marajó (Amam).  Também estiveram presentes o Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Marajó (Codetem) e o Instituto Peabiru, por meio da equipe do Programa Viva Marajó.

Ficou acordada no evento, a criação de um Comitê Gestor intersetorial para a elaboração de um cronograma de execução das ações, principal cobrança dos sete prefeitos da Amam presentes na reunião. Lançado em 2006, a partir de consultas públicas nos municípios marajoaras, o Plano aponta os principais problemas da região, porém não saiu do papel de maneira efetiva. Para Cacau Novaes, coordenador do Núcleo Diretivo do Codetem, é preciso acompanhar a agenda do Plano Marajó para garantir a participação da sociedade civil neste processo de retomada. “Queremos participar deste comitê, para fazer valer as principais necessidades da região”, afirma Novaes.

Segundo Carlos Augusto Ramos, coordenador do Programa Viva Marajó, a retomada do Plano indica uma atenção maior do Governo Federal para a região e a “busca de soluções reais para as problemáticas latentes de energia, saúde e educação”, destaca.  O início da execução do Plano de Desenvolvimento do Marajó deve fazer parte da pauta de reivindicações da Marcha dos Prefeitos à Brasília, programada para este mês de maio.